2 de set. de 2010

De Fernando Pessoa: "O mundo de tão interessante que é, chega a doer, a ranger, a enjoar, a roçar...talvez eu sinta demais..."


Me descubro a cada dia, logo existo.
O universo parece que conspira a meu favor e o bom é que esse universo não é só meu. A sensação que tenho é de possuir um imã pra encontrar pessoas que sempre me trazem luz e respostas. Tenho certeza de que tudo que faço, onde vou e a quem conheço, precisava fazer, estar, conhecer...
Delicado falar disso, mas sou como todas as pessoas, sinto saudade, muita saudade, sofro por amar intensamente, conquisto com esforço cada pedacinho do meu espaço, suo pra ganhar dinheiro, mas me sinto sempre feliz... e tem uma eletricidade dentro de mim... importante: NÃO SE PROTEJAM AO SE APROXIMAR!


A BELEZA ESTÁ EM TUDO, BASTA A GENTE QUERER VER A BELEZA!



Saudades! 
Sim... Talvez... e porque não?... 
Se o nosso sonho foi tão alto e forte. 
Que bem pensara vê-lo até à morte. 
Deslumbrar-me de luz o coração! 
Esquecer! Para quê?... 
Ah! como é vão! 
Que tudo isso, Amor, nos não importe. 
Se ele deixou beleza que conforte. 
Deve-nos ser sagrado como o pão! 
Quantas vezes, Amor, já te esqueci, 
Para mais doidamente me lembrar, mais doidamente me lembrar de ti!
E quem dera que fosse sempre assim: Quanto menos quisesse recordar. Mais a saudade andasse presa a mim!Florbela Espanca

27 de ago. de 2010

Bastidores do Salão de arte do Exército. Sabe quando a pessoa tem certeza de que o trabalho que faz é exatamente o que gostaria? Pois é, essa sou eu! Veja mais - http://www.salaodearte59bimtz.blogspot.com/



Detalhes de iluminação...


    Tudo Pronto




Comissão julgando as obras sob auxílio dos curadores, eu Maria Cecilia produtora e aprendiz em curadoria e Francisco Oiticica, o mestre! 
Comissão: Romeu Loureiro, Cmt. Cel. Cristiano Pinto Sampaio e Dr. Douglas Apratto


    Montagem do cenário para a entrada da galeria. 
    Cap. Alan e alguns soldados


Prontíssimo

6 de ago. de 2010

Café com Arte NaCasa em Jaraguá!

Renata Marques ofereceu sua galeria NaCasa e Beta Basto, artista plástica, ofereceu as delícias. Num simpático e aconchegante encontro para um "Café com Arte" com artistas, arquitetos, designers e amigos, todos conversaram, alguns se conheceram e todos ganharam.
Essa iniciativa tem como objetivo promover um contato mais próximo entre artistas e profissionais de decoração.
Estiveram lá: Beta Basto, Martha Araújo, Francisco Oiticica, Carolina Mota, Izabel Romaniuc, Ana Carolina Sarmento, Maria Cecilia Barreiros e Thiago Mattos. Além claro, da anfitriã, Renata Marques.
O encontro aconteceu no dia 5 de agosto de 2010 e deverá acontecer periodicamente!

15 de mai. de 2010

É tao curto o amor, tao longo o esquecimento

Posso escrever os versos mais tristes essa noite.
Escrever, por exemplo: "a noite está estrelada,
e tiritam, azuis, os astros lá ao longe".
O vento da noite gira no céu e canta.
Posso escrever os versos mais tristes essa noite.
Eu amei-a e por vezes ela também me amou.
Em noites como esta tive-a em meus braços.
Beijei-a tantas vezes sob o céu infinito.
Ela amou-me, por vezes eu também a amava.
Como não ter amado seus grandes olhos fixos.
Posso escrever os versos mais tristes essa noite.
Pensar que não a tenho. Sentir que já a perdi.
Ouvir a noite imensa, mais imensa sem ela.
E o verso cai na alma, como no pasto o orvalho.
Importa lá que o meu amor não pudesse guardá-la.
A noite está estrelada e ela não está comigo.
Isso é tudo. Ao longe alguém canta. Ao longe.
A minha alma não se contenta em havê-la perdido.
Como para chegá-la a mim o meu olhar procura-a.
O meu coração procura-a, ela não está comigo.
A mesma noite que faz branquejar as mesmas árvores.
Nós dois, os de então, já não somos mais os mesmos.
Já não a amo, é verdade, mas tanto que a amei.
Esta voz buscava o vento para tocar-lhe o ouvido.
De outro. Será de outro. Como antes os meus beijos.
A voz, o corpo claro. Os seus olhos infinitos.
Já não a amo, é verdade, mas talvez a ame ainda.
É tão curto o amor, tão longo o esquecimento.
Porque em noites como esta, tive-a em meus braços,
a minha alma não se contenta por havê-la perdido.
Embora seja a última dor que ela me causa,
e estes sejam os últimos versos que lhe escrevo.

Poema vinte- Pablo Neruda

15 de abr. de 2010

Dá vontade de chorar. Nem tudo são flores!

Piscina natural - Pajuçara - Maceió - Alagoas - Brasil
2008
Se lixo fosse dinheiro o mar estaria limpinho. O mundo estaria limpinho. E se peixe fizesse compra, só faltariam as prateleiras arrumadinhas. Tudo que tem no super mercado tem no mar.
Acho que todo ser humano tem pelo menos uma paixão material, um apêgo a essa terra e um dos meus é o mar.
Hoje fui nadar como faço todos os dias no belissímo mar da Pajuçara e fiquei transtornada pois nunca havia visto tanto lixo. Na praia e pelo menos uns 200m mar a dentro. Sem exagero, de cada três ou quatro braçadas eu puxava além de água, mais alguma coisa. Resolvi sair do mar quando algo mais volumoso bateu no meu rosto. Tive medo que de repente surgisse talvez um vaso sanitário, podendo causar um acidente mais grave.
Aproveitando para fazer uma conexão com minha pintura, "nem tudo são flores". Dá uma profunda tristeza, ver o grande tesouro que Deus nos deu sendo torturado. Dá também vergonha dos turistas que chegam pra desfrutar do que as fotografias prometem, que não mentem, mas também não dizem a verdade.
O mar de onde surgiu a vida, hoje é o intestino do mundo. Nós jogamos tudo lá e o mar nos devolve. Vai ser assim até o nocaute.
NÃO VAMOS NOS ACOSTUMAR COM O CAOS!




21 de nov. de 2009

Música perfeita - Santa Cecília é padroeira dos músicos. Eu os admiro e os ouço! Pena não ser santa... quem sabe o céu?!


Nosso sonho
Se perdeu no fio da vida
E eu vou embora
Sem mais feridas
Sem despedidas
Eu quero ver o mar/ Eu quero ver o mar/Eu quero ver o mar/ Eu quero ver o mar

Se voltar desejos/ Ou se eles foram mesmo/ Lembre da nossa música
Música / Se lembrar dos tempos/ Dos nossos momentos/ Lembre da nossa música
Música

Nossas juras de amor
Já desbotadas
Nossos beijos de outrora
Foram guardados
Nosso mais belo plano
Desperdiçado
Nossa graça e vontade
Derretem na chuva

Se voltar desejos/
Ou se eles foram mesmo/ Lembre da nossa música/ Música
Se lembrar dos tempos/ Dos nossos momentos/ Lembre da nossa música
Um costume de nós
Fica agarrado
As lembranças, os cheiros
Dilacerados
Nossa bela história
Tá no passado
O amor que me tinhas
Era pouco e se acabou

Se voltar desejos/
Ou se eles foram mesmo/ Lembre da nossa música/ Música
Se lembrar dos tempos/ Dos nossos momentos/ Lembre da nossa música
Música

Montagem de exposição - outros artistas - reflexão - maturidade - aprendizado


The Place Pub - Em Maceió
Um bar com espaço para a arte!

18 de nov. de 2009

Achei você no meu jardim
Entristecido
Coração partido
Bichinho arredio
Peguei você pra mim
Como a um bandido
Cheio de vícios
E fiz assim, fiz assim
Reguei com tanta paciência
Podei as dores, as mágoas, doenças
Que nem as folhas secas vão embora
Eu trabalhei
Fiz tudo, todo meu destino
Eu dividi, ensinei de pouquinho
Gostar de si, ter esperança e persistência
Sempre
A minha herança pra você
É uma flor com um sino, uma canção
Um sonho, nem uma arma ou uma pedra
Eu deixarei
A minha herança pra você
É o amor capaz de fazê-lo tranqüilo
Pleno, reconhecendo o mundo
O que há em si
E hoje nos lembramos
Sem nenhuma tristeza
Dos foras que a vida nos deu
Ela com certeza estava juntando
Você e eu
Achei você no meu jardim



Minha Herança: Uma Flor
Vanessa da Mata

Produção executiva












Muito bom de se fazer!

3 de nov. de 2009

Quadro de 2.00 x .80m em acrílico e carvão sobre tela

O amor que eu te tenho é um afeto tão novo
Que não deveria se chamar amor
De tão irreconhecível, tão desconhecido
Que não deveria se chamar amor
Poderia se chamar nuvem
Porque muda de formato a cada instante
Poderia se chamar tempo
Porque parece um filme a que nunca assisti antes
Poderia se chamar la-bi-rin-to
Porque sinto que não conseguirei escapulir
Poderia se chamar a u r or a
Pois vejo um novo dia que está por vir

Poderia se chamar abismo
Pois é certo que ele não tem fim
Poderia se chamar horizonte
Que parece linha reta mas sei que não é assim
(refrão)

Poderia se chamar primeiro beijo
Porque não lembro mais do meu passado
Poderia se chamar último adeus
Que meu antigo futuro foi abandonado
Poderia se chamar universo
Porque sei que não o conhecerei por inteiro
Poderia se chamar palavra louca
Que na verdade quer dizer: aventureiro

Poderia se chamar silêncio
Porque minha dor é calada e meu desejo é mudo
E poderia simplesmente não se chamar
Para não significar nada e dar sentido a tudo


Não Deveria Se Chamar Amor
Paulinho Moska

26 de set. de 2009

I Salão de arte no Exército - Maceió





Pintura no quartel para participar do concurso.







Na exposição, colagem.

Pintura na rua

Ao lado da Associação Comercial em Jaraguá - Maceió - Alagoas

Praça Rayol em Jaraguá

Praia da Pajuçara

Comemoração do dia mundial de pintura ao ar livre 12 e 13 de setembro de 2009

6 de ago. de 2009

Meu negócio é arte!


Fica na Praça Rayol em Jaraguá.
Aqui se faz arquitetura, arte e design!

Pintura na rua



Praça Rayol, Jaraguá, Maceió, Alagoas
agosto de 2009

Escrevo diante da janela aberta.
Minha caneta é cor das venezianas:
Verde!... E que leves, lindas filigranas
Desenha o sol na página deserta!
Não sei que paisagista doidivanas
Mistura os tons... Acerta... Desacerta...
Sempre em busca de nova descoberta,
Vai colorindo as horas quotidianas...
Jogos da luz dançando na folhagem!
Do que eu ia escrever até me esqueço...
Pra que pensar? Também sou da paisagem...
Vago, solúvel no ar, fico sonhando...
E me transmuto... Iriso-me... estremeço...
Nos leves dedos que me vão pintando!
Mario Quintana -

17 de jul. de 2008

Massa, tinta acrílica e papel sobre tela 1.00m x 1.80m


Pare tudo ao entardecer
Não importa o que tiver pra fazer
Veja o Sol se pondo no mar.
Ria sem motivo
pinte um quadro
veja desenho animado
e se apaixone de verdade por alguém.
Faça Valer
Rub

...é que quando amo, amo intensamente. Sou inteira mesmo sendo como é. Amo verdadeiramente, por que se não fosse assim não seria amor. Não sei como, mas é um sentimento honesto. O amor pra mim é a generosidade, porque um se dá ao outro. Não tenho medo de amar, mas tenho (apesar de inevitável) medo de sofrer...



Se não puder sentir o peso do seu corpo,
A força do seu abraço,
A segurança do seu olhar
E a delícia do seu beijo,
Pode pedir reforços
Pois vou reunir os índios selvagens,
Fiéis ao meu reino
E vou invadir esse lugar!


.




...e o tempo é só meu, e ninguém registra a cena, de repente vira um filme, todo em câmera lenta, e eu acho que eu gosto mesmo de você, bem do jeito que você é...


Equalize
Pitty

14 de jul. de 2008


O conteúdo sensual é proposital, como forma de simples chamamento de atenção para outros detalhes da anatomia sensorial das personagens, como olhares e expressões.